Mapeamento patrimonial
Identificação de imóveis, empresas, investimentos, direitos, obrigações e outros elementos relevantes do patrimônio.
Direito sucessório
Organize a transmissão do patrimônio com antecedência, segurança jurídica e respeito às particularidades da sua família.
Orientação sobre testamento, doação em vida, usufruto, ITCMD e outras estratégias sucessórias.
Planejar antes
O planejamento sucessório analisa patrimônio, estrutura familiar e objetivos para definir instrumentos jurídicos adequados à futura transmissão dos bens, sempre considerando os limites legais e as características de cada família.
Identificação de imóveis, empresas, investimentos, direitos, obrigações e outros elementos relevantes do patrimônio.
Análise dos herdeiros, regime de bens, relações familiares e situações que podem repercutir na sucessão.
Definição das prioridades do titular do patrimônio, incluindo continuidade familiar, proteção e organização da transmissão.
Avaliação de testamento, doação, usufruto e outras estruturas juridicamente adequadas ao caso.
Análise dos efeitos tributários das alternativas adotadas, incluindo a incidência do ITCMD quando aplicável.
O planejamento pode precisar de ajustes diante de mudanças patrimoniais, familiares ou legislativas.
Possíveis estratégias
Não existe uma solução única. Cada instrumento possui efeitos próprios e deve ser escolhido conforme os objetivos, a composição patrimonial e a realidade familiar.
Permite organizar disposições de última vontade dentro dos limites previstos pela legislação sucessória.
Pode antecipar a transmissão de determinados bens, observados os limites legais, tributários e os direitos dos herdeiros.
Em certas operações, permite transmitir a nua propriedade preservando ao titular direitos de uso e fruição do bem.
Empresas e participações societárias podem exigir planejamento específico para continuidade e transmissão das quotas.
A organização prévia pode contribuir para esclarecer responsabilidades, expectativas e critérios de administração patrimonial.
A atualização de documentos, registros e informações patrimoniais facilita a futura condução da sucessão.

Quem conduz
Advogada em Brasília • OAB/DF 22.766
Bacharela em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), com atualização jurídica pela Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes.
Especialista em Direito Público, com ênfase em Direito Constitucional, pelo Complexo Jurídico Damásio de Jesus, em parceria com a Universidade Potiguar.
Atua na advocacia desde 2009, com experiência em questões patrimoniais, familiares e sucessórias.
Atuou em grandes escritórios de advocacia e no Ministério Público Federal, na Procuradoria da República no Distrito Federal.
Idiomas: Português e Inglês.
“Planejar a sucessão é organizar o patrimônio com antecedência e clareza para reduzir incertezas futuras.”
Dúvidas frequentes
Planejamento sucessório é a organização jurídica e patrimonial realizada em vida para definir estratégias de transmissão de bens, reduzir incertezas e prevenir conflitos familiares na futura sucessão.
O planejamento pode ser útil para pessoas e famílias que desejam organizar imóveis, empresas, investimentos, quotas societárias e outros bens, especialmente quando há preocupação com continuidade patrimonial ou prevenção de conflitos.
Nem sempre. O efeito depende dos instrumentos utilizados e da composição patrimonial. O planejamento pode simplificar a futura sucessão, mas cada estratégia precisa ser analisada individualmente.
Sim. O testamento pode integrar o planejamento sucessório e permite organizar disposições de última vontade dentro dos limites estabelecidos pela legislação.
Em determinadas situações, a doação com reserva de usufruto pode ser utilizada para organizar a transmissão patrimonial, preservando ao doador determinados direitos sobre o bem. A operação exige análise jurídica e tributária.
O planejamento deve priorizar segurança jurídica e organização patrimonial. Os efeitos tributários variam conforme os instrumentos adotados, os bens envolvidos e a legislação vigente.
Não. A holding é apenas uma das possíveis estruturas de organização patrimonial. Sua conveniência depende do patrimônio, dos objetivos da família, dos custos e das repercussões jurídicas e tributárias.
O planejamento deve ser feito enquanto o titular do patrimônio pode avaliar com tranquilidade suas prioridades, estrutura familiar, bens e objetivos futuros.
Temas relacionados
O planejamento sucessório se conecta diretamente com testamento, inventário, ITCMD e partilha de bens.
Organização das disposições de última vontade e seus limites jurídicos.
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Acessar página →Tributação da transmissão patrimonial por herança ou doação.
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Uma consulta inicial permite avaliar patrimônio, estrutura familiar e objetivos antes da definição dos instrumentos jurídicos mais adequados.
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